Photo Club Entrada Franca
Fechar!

Photo Club Entrada Franca

Postado por Entrada Franca em 28/02/2013

Desenhando com a Luz, sombras, cores e muitas inspirações. Foto Clube Entrada Franca uma nova opção de cultura e arte em São José dos Campos.

Proxima saída fotográfica: Quinta, 7 de março de 2013 às 18:00. É GRATUITO – PARTICIPE!

  • Photo Club Entrada Franca

    Photo Club Entrada Franca

    Postado por Entrada Franca em 28/02/2013

    Desenhando com a Luz, sombras, cores e muitas inspirações. Foto Clube Entrada Franca uma nova opção de cultura e arte em São José dos Campos.

    Proxima saída fotográfica: Quinta, 7 de março de 2013 às 18:00. É GRATUITO – PARTICIPE!

  • Quem somos

    Quem somos

    Postado por Entrada Franca em 26/08/2010

    A Associação Entrada Franca tem por finalidades divulgar e promover em âmbito local, nacional e internacional a qualidade de vida no dia a dia das pessoas. Mostrar tendências, reflexões, sugestões a valorização da cultura nacional, movimentando-se por meio de registros culturais e históricos, promovendo o desenvolvimento sustentável de interesse da coletividade, com a finalidade social […]

  • O que é qualidade de vida?

    O que é qualidade de vida?

    Postado por Entrada Franca em 26/08/2010

    Qualidade de vida é o método usado para medir as condições da vida de um ser humano. Envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais, como família e amigos e também a saúde, educação, arte, cultura, turismo, esporte, poder de compra e outras circunstâncias da vida.

Boas ações melhoram o trânsito

Posted by Entrada Franca   Jun 06th, 2011   No Comments »
Boas ações melhoram o trânsito

Ciclistas e motoristas solidários dão exemplos de boas práticas que ajudam a melhorar o trânsito; porém, eles reclamam que a falta de estrutura na cidade atrapalha a integração entre os meios de transporte.

Não é difícil. Basta força de vontade e o desejo de ter um trânsito mais rápido, seguro e pacífico. Longe da realidade da maioria das pessoas, trocar o carro particular pelo táxi ou a carona, ou ainda a bicicleta, já faz parte do cotidiano de algumas pessoas.

São bons exemplos de moradores que enxergam além da comodidade e encontram como resposta uma série de benefícios, como a chance de criar novas amizades, se distrair no trânsito e, principalmente, de poupar uma boa grana.

Um desses exemplos é o analista de ciência e tecnologia Fábio França Santos, 32 anos, que mora em Taubaté e racha o carro com mais quatro amigos para trabalhar em São José dos Campos.

Eles fazem um rodízio dos próprios carros e dividem o custo do combustível. Além de prático e econômico, eles se tornaram amigos.

“Quando se tem uma única pessoa no carro, gasta-se combustível mais para o carro andar do que para você conseguir chegar no seu destino”, disse Santos.

Táxi. O eletricista Evanildo de Souza, 36 anos, encontrou uma maneira de deixar o carro na garagem, gastar pouco e continuar a se divertir nos finais de semana. Ele costuma compartilhar um táxi com amigos e familiares.

A corrida sai mais barata e ninguém se preocupa com estacionamento, segurança ou a Lei Seca. “Mantenho o conforto do carro e economizo.”

Pedais. Mais radical é o empresário Juliano Florence de Oliveira, 37 anos, que enfrenta o trânsito da cidade em cima de uma bicicleta. Ele anda quase diariamente e, mesmo quando está vestido de terno, para um encontro de negócios, usa a bicicleta. “É um meio saudável e não poluente de transporte que apaixona quem experimenta”, afirmou.

O publicitário André Andrade, 38 anos, também anda de bicicleta em São José. Tudo o que tem de fazer num raio de 10 km de casa, na Vila Ema, na região central, faz de bicicleta. Só não usa mais o veículo por falta de ciclovias.

“Há poucas na cidade. E as que existem não são integradas. O ciclista é marginalizado em São José”, disse.

Para o vigilante Evanildo de Souza, 34 anos, que também trocou o carro pela bicicleta, o risco de andar nas ruas dificulta a popularização do veículo.

“Muita gente não adota a bicicleta por achar o trânsito inseguro, feito somente para os carros”, afirmou.

Caminhada. Sem paciência para esperar o ônibus em Taubaté, a doméstica Georgina Duarte, 56 anos, anda 40 minutos entre a casa e o trabalho diariamente. Há 10 anos que ela usa os pés como meio de transporte. “O ônibus passa longe de casa e está quase sempre lotado. Prefiro ir a pé”.

Fonte: Matéria do Jornal O Vale – Edição de Domingo 05 de junho 2011, www.ovale.com.br

Deixar uma resposta