Photo Club Entrada Franca
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Photo Club Entrada Franca

Postado por Entrada Franca em 28/02/2013

Desenhando com a Luz, sombras, cores e muitas inspirações. Foto Clube Entrada Franca uma nova opção de cultura e arte em São José dos Campos.

Proxima saída fotográfica: Quinta, 7 de março de 2013 às 18:00. É GRATUITO – PARTICIPE!

  • Photo Club Entrada Franca

    Photo Club Entrada Franca

    Postado por Entrada Franca em 28/02/2013

    Desenhando com a Luz, sombras, cores e muitas inspirações. Foto Clube Entrada Franca uma nova opção de cultura e arte em São José dos Campos.

    Proxima saída fotográfica: Quinta, 7 de março de 2013 às 18:00. É GRATUITO – PARTICIPE!

  • Quem somos

    Quem somos

    Postado por Entrada Franca em 26/08/2010

    A Associação Entrada Franca tem por finalidades divulgar e promover em âmbito local, nacional e internacional a qualidade de vida no dia a dia das pessoas. Mostrar tendências, reflexões, sugestões a valorização da cultura nacional, movimentando-se por meio de registros culturais e históricos, promovendo o desenvolvimento sustentável de interesse da coletividade, com a finalidade social […]

  • O que é qualidade de vida?

    O que é qualidade de vida?

    Postado por Entrada Franca em 26/08/2010

    Qualidade de vida é o método usado para medir as condições da vida de um ser humano. Envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais, como família e amigos e também a saúde, educação, arte, cultura, turismo, esporte, poder de compra e outras circunstâncias da vida.

Qualidade de vida no trabalho e menos estresse

Postado por: Entrada Franca  em 10/06/2011   0 Comentar »
Qualidade de vida no trabalho e menos estresse

Antes de arrancar os cabelos e passar mal de estresse no trabalho, confira estas dez dicas que o especialista em gerenciamento de estresse, Joseph Hurrel Jr, deu para o site da UOL Ciência e Saúde. Hurrel Jr. é professor associado de psicologia da St. Mary’s University em Halifax, Canadá, e trabalhou por mais de 30 anos no National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH), nos Estados Unidos.

1. Carga de trabalho e ritmo de trabalho – As demandas (físicas e mentais) devem ser compatíveis com as capacidades e recursos dos indivíduos, evitando sobrecarga e também sob carga.

2. Horário de Trabalho – Os horários de trabalho devem ser compatíveis com as demandas e responsabilidades fora do trabalho. Reserve os horários para cuidar de você, como ir a uma academia, por exemplo.

3. Responsabilidades no trabalho – Os papéis, funções e responsabilidades no trabalho devem ser bem definidos.

4. Futuro no trabalho – Não deveria existir dúvidas em relação a segurança no emprego e oportunidades para crescer na carreira .

5. Meio Social – Empresas devem proporcionar oportunidades de interação pessoal, tanto para fins de apoio emocional quanto para ajuda real em tarefas coletivas.

6. Conteúdo – O trabalho deve fornecer significado, estímulo e oportunidades para os funcionários usarem suas habilidades.

7. Participação e Controle – Os funcionários devem ter a oportunidade de contribuir nas decisões ou ações que afetam suas atividades e seu desempenho nas funções.

8. Ser ou ficar saudável – Inicie um programa de atividade física, coma alimentos que melhoram a sua saúde e bem-estar.

9. Suporte – Procure fontes de apoio social dentro e fora do ambiente de trabalho.

10. Relaxamento – Aprenda técnicas de relaxamento, ouça música ou pratique ioga ou meditação.

Fonte: Site Uol – www.uol.com.br 

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Beneficios da Atividade Física

Postado por: Entrada Franca  em 09/06/2011   0 Comentar »
Beneficios da Atividade Física

É senso comum de que existe uma positiva relação entre a prática de atividade física e uma boa saúde. Vários estudos demonstram que a prática constante de atividade física melhora a capacidade cardiorrespiratória, reduzindo o risco de desenvolver ou morrer por doença cardiovascular, hipertensão, câncer de cólon, e diabete melito não-dependente de insulina e, promove uma melhor saúde mental. Resultados altamente sugestivos indicam que a prática constante de atividade física, reduz o risco de obesidade em desenvolvimento, osteoporose e depressão, podendo melhorar o bem-estar psicológico e qualidade de vida. Há evidências a prática de atividade física contribui no fortalecimento muscular, reduzindo o risco de cair e sofrer fraturas em pessoas idosas. Os resultados encontrados na literatura indicam que a prática de atividade física em níveis moderados de intensidade pode proteger o indivíduos de várias doenças. Um maior grau de proteção pode ser alcançado aumentando a intensidade, freqüência, ou duração da atividade física.  Tendo em vista que, segundo milhares de estudos a prática de exercícios físicos é extremamente benéfica para a nossa saúde basta apenas escolher a melhor modalidade que se encaixa em nosso perfil.

Fonte: Site – www.esporteblog.com.br

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Boas ações melhoram o trânsito

Postado por: Entrada Franca  em 06/06/2011   0 Comentar »
Boas ações melhoram o trânsito

Ciclistas e motoristas solidários dão exemplos de boas práticas que ajudam a melhorar o trânsito; porém, eles reclamam que a falta de estrutura na cidade atrapalha a integração entre os meios de transporte.

Não é difícil. Basta força de vontade e o desejo de ter um trânsito mais rápido, seguro e pacífico. Longe da realidade da maioria das pessoas, trocar o carro particular pelo táxi ou a carona, ou ainda a bicicleta, já faz parte do cotidiano de algumas pessoas.

São bons exemplos de moradores que enxergam além da comodidade e encontram como resposta uma série de benefícios, como a chance de criar novas amizades, se distrair no trânsito e, principalmente, de poupar uma boa grana.

Um desses exemplos é o analista de ciência e tecnologia Fábio França Santos, 32 anos, que mora em Taubaté e racha o carro com mais quatro amigos para trabalhar em São José dos Campos.

Eles fazem um rodízio dos próprios carros e dividem o custo do combustível. Além de prático e econômico, eles se tornaram amigos.

“Quando se tem uma única pessoa no carro, gasta-se combustível mais para o carro andar do que para você conseguir chegar no seu destino”, disse Santos.

Táxi. O eletricista Evanildo de Souza, 36 anos, encontrou uma maneira de deixar o carro na garagem, gastar pouco e continuar a se divertir nos finais de semana. Ele costuma compartilhar um táxi com amigos e familiares.

A corrida sai mais barata e ninguém se preocupa com estacionamento, segurança ou a Lei Seca. “Mantenho o conforto do carro e economizo.”

Pedais. Mais radical é o empresário Juliano Florence de Oliveira, 37 anos, que enfrenta o trânsito da cidade em cima de uma bicicleta. Ele anda quase diariamente e, mesmo quando está vestido de terno, para um encontro de negócios, usa a bicicleta. “É um meio saudável e não poluente de transporte que apaixona quem experimenta”, afirmou.

O publicitário André Andrade, 38 anos, também anda de bicicleta em São José. Tudo o que tem de fazer num raio de 10 km de casa, na Vila Ema, na região central, faz de bicicleta. Só não usa mais o veículo por falta de ciclovias.

“Há poucas na cidade. E as que existem não são integradas. O ciclista é marginalizado em São José”, disse.

Para o vigilante Evanildo de Souza, 34 anos, que também trocou o carro pela bicicleta, o risco de andar nas ruas dificulta a popularização do veículo.

“Muita gente não adota a bicicleta por achar o trânsito inseguro, feito somente para os carros”, afirmou.

Caminhada. Sem paciência para esperar o ônibus em Taubaté, a doméstica Georgina Duarte, 56 anos, anda 40 minutos entre a casa e o trabalho diariamente. Há 10 anos que ela usa os pés como meio de transporte. “O ônibus passa longe de casa e está quase sempre lotado. Prefiro ir a pé”.

Fonte: Matéria do Jornal O Vale – Edição de Domingo 05 de junho 2011, www.ovale.com.br

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Deixar o carro na garagem faz bem à cidade e ao seu bolso

Postado por: Entrada Franca  em 06/06/2011   0 Comentar »

Com a frota de veículos crescendo absurdamente, a solução para evitar congestionamentos em São José é deixar o carro em casa e adotar práticas alternativas de transporte urbano, como ônibus, táxi e bicicleta.

Imagine as ruas de São José como artérias de um imenso coração. A quantidade crescente de veículos vai congestionando aos poucos esse sistema circulatório e levando a um inevitável enfarte fulminante.

Os números confirmam o prognóstico. Enquanto a população aumentou 14% em uma década, a frota de veículos saltou 80%. Em 20 anos, a cidade terá um veículo para cada habitante. Vai entupir.

A saída para o colapso é a criatividade. Mas será preciso trocar o conforto solitário do carro particular por outras alternativas de transporte. A exigência será a qualidade e integração entre eles.

“Sistemas de transporte deficientes e mais carros circulando do que o espaço resultam em congestionamento”, diz o consultor de tráfego Flamínio Fichmann.

Portanto, divida um táxi, compartilhe o carro, use mais ônibus, ande de bicicleta, caminhe. O segredo é combinar opções. É economicamente mais barato e ambientalmente sustentável.

Gastos. O custo de sair de casa todos os dias com um carro é mais alto do que os gastos com transporte coletivo. Para quem roda até 15 quilômetros por dia, vale a pena ir de táxi. Levando em conta todos os custos de um carro popular, o gasto diário chega a R$ 42,86. De táxi, o valor cai para R$ 38,25 (bandeira 1, das 6h às 20h).

Acima disso, compensa dividir o táxi com até três pessoas. Uma viagem de 27 km em São José, entre o Bom Retiro (zona leste) e o prédio da Unip (Universidade Paulista), na via Dutra, custa R$ 44,13 para o carro particular. De táxi, sai por R$ 62,25. Dividido por quatro, o valor cai para R$ 15,56.

A lógica vale para o carro particular. Ações como a ‘Carona Solidária’ existem para reduzir veículos nas ruas. No entanto, tem sido ignorada pela Secretaria de Transportes. Não há campanhas para promovê-la ou sites para as pessoas se
encontrarem.

Estrutura da cidade impõe os limites
São José dos Campos

Uma rede cicloviária ineficiente por não ligar as diferentes regiões da cidade, um sistema de táxi considerado caro e pouco desenvolvido e linhas de ônibus superlotadas.

Esses são os principais problemas da mobilidade urbana em São José. Eles desafiam o cidadão a largar o hábito, vicioso, de usar o carro particular.

Até pouco tempo atrás, São José contava com apenas 42 quilômetros de ciclovias, o que representava menos de 10% de toda a malha viária da cidade. E poucas ciclovias tinham mais de um quilômetro de extensão. Em fevereiro deste ano, a Secretaria de Transportes lançou uma ofensiva com a meta de dobrar as ciclovias.

Mesmo assim, a cidade ainda carece de bicicletários. Na região central, por exemplo, onde existe a maior concentração comercial, não existem locais para estacionar uma bicicleta com segurança.

“Estruturalmente, a cidade nos impõe limites. Para superar esses entraves, investimos em soluções alternativas, como ciclofaixas, ciclorotas e passeios compartilhados”, afirmou o secretário de Transportes, Anderson Farias Ferreira.

Nos táxis, além do valor considerado caro pela maioria dos moradores, o sistema é precário de tecnologia e uniformização. Apenas 40% da frota de táxi da cidade (359 carros) contam com equipamento para pagamento com cartão.

As chamadas, em sua maioria, ainda são feitas por sistema de rádio, que pode facilmente ser interceptada por motoristas clandestinos. A principal cooperativa de táxis enfrenta sérios problemas com serviço de telefonia, o que atrapalha o passageiro. O sindicato da categoria estuda um projeto de chamadas online.

Nos ônibus, apesar da mudança das empresas concessionárias, a reclamação de falta de horários e lotação nas linhas continua.

Fonte: Matéria do Jornal O Vale – Edição de Domingo 05 de junho 2011, www.ovale.com.br

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Vitamina C no Esporte

Postado por: Entrada Franca  em 02/06/2011   0 Comentar »
Vitamina C no Esporte
Você sabia que quando você treina, há uma maior liberação de radicais livres, que são átomos ou moléculas que insistem em danificar o seu organismo?
Pois é… Durante a atividade física prolongada de alta intensidade, pode-se aumentar 10 vezes ou até mais o consumo de oxigênio dos músculos, o que intensifica a produção de radicais livres, gerando lesão das células e tecidos.
E não é só isso, indivíduos que praticam exercícios intensos podem ter um aumento no risco de doenças respiratórias, porque, radicais produzidos durante o exercício deprimem o sistema imunológico, e adivinha quem age para regenerar este sistema? A vitamina C. (ebaa!)
Ela é considerada um dos mais potentes antioxidantes, por sua capacidade em doar elétrons e inibir os radicais livres, diminuindo em até 30% o estresse oxidativo, e ainda potencializa a ação de outros antioxidantes, principalmente a vitamina E.
Outro fato relacionado à vitamina C, é que ela tem papel essencial no tecido conjuntivo, cartilagem e tecido ósseo, “tecidos importantes que sempre devem ser preservados pelo o atleta”.
Alguns estudos demonstraram que a suplementação com a vitamina C por um tempo prolongado pode causar benefícios em relação à dor e à lesão muscular, e ainda melhora a condição física, pois, participa do retardo do inicio da fadiga.
Em condições normais, nosso organismo utiliza de 3 a 4% da vitamina ingerida, já o atleta de atividades intensas, tem um consumo de até 70%.
Muitos especialistas recomendam que atletas precisem de uma oferta maior de vitamina C do que a recomendada pela RDA, mesmo por que, os níveis desta vitamina baixam após uma competição ou treino.
Efeitos colaterais de sua alta ingestão: diarréia e distúrbios gastrintestinais, excreção de oxalato e formação de cálculos renais, excreção de ácido úrico, aumento na absorção de ferro podendo levar a uma sobrecarga, diminuição nos níveis de vitamina B12 e cobre, aumento na demanda de oxigênio e até mesmo efeitos pró-oxidantes. Por isso a necessidade do acompanhamento especializado para sua suplementação, assim suas doses serão mais corretas e a chance de um efeito adverso é bem menor.
Alguns fatores ambientais podem influenciar na demanda deste nutriente, por exemplo: se você treina em baixas ou altas temperaturas, com muita poluição ou/e com exposição a metais pesados, a necessidade de seu consumo por aumentar ou diminuir.
 O principal sintoma de carência da vitamina C é o escorbuto, porém, alguns sinais subclínicos também são comuns quando a ingestão alimentar não é adequada, como: falta de apetite, cabelos secos e quebradiços, fadiga, irritabilidade, tristeza e apatia, hemorragias, fraqueza muscular, fácil aparecimento de hematomas, baixa capacidade de cicatrização de feridas, anemia, danos no crescimento, dores nos tendões e inchaço nas articulações, sangramento das gengivas na escovação, pele seca e áspera.
 A vitamina C é sintetizada pelas plantas e pela maioria dos mamíferos, porém, nós seres humanos não a sintetizamos, daí a necessidade de sua ingestão diária através da dieta.
 O ideal é consumir alimentos ricos nesta vitamina ou usar a suplementação conforme indicação do médico ou nutricionista. Ela é melhor absorvida em menores doses e varias vezes ao dia, dessa forma as dosagens plasmáticas serão mantidas ao longo do dia.
 As boas fontes alimentares de vitamina C são: Tomate, Pimenta vermelha, Espinafre, Cebola, Rabanete, Verduras de folhas verdes, Acerola, Brócolis, Couve-flor, Mamão, morangos, couve de Bruxelas, melão catalunpo, além de todas as frutas cítricas (laranja, grapefruit, limão).
 Na hora de comprar alimentos ácidos (que contém a vitamina C), lembre-se de verificar se eles estão embalados sem oxigênio e estocados a baixa temperatura e sem exposição à luz, assim pode-se garantir uma melhor estabilidade da vitamina.
 Os efeitos positivos de um consumo adequado desta vitamina não ocorrem apenas entre praticantes de atividades físicas, muitas pesquisas demonstram que um adequado consumo de antioxidantes, atua na prevenção e/ou diminuição de certos tipos de doenças, inclusive cânceres.  
É importante lembrar que para exercer sua função antioxidante, a vitamina C em forma de ascorbil, deve estar sempre associada a outros antioxidantes, caso contrário ela terá um efeito oxidante. Mesmo por que, medidas isoladas não tem se mostrado tão positivas assim. 
Fonte: Dra. Juliana Pansardi (Nutricionista Esportiva) – Site Liga da Saúde, www.ligadasaude.blogspot.com
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Saiba Qual Combustível Seu Corpo Precisa Antes, Durante e Após o Treino

Postado por: Entrada Franca  em 01/06/2011   0 Comentar »
Saiba Qual Combustível Seu Corpo Precisa Antes, Durante e Após o Treino

Em praticamente toda consulta ouço a mesma pergunta. O que devo comer antes de treinar? Preciso comer durante o treino? E depois, como o quê? Pois esta deve ser a dúvida de muitas pessoas. A intenção deste post é falar sobre alimentos e não suplementos, já que os mesmo devem ser individualizados e cada profissional pode optar por um tipo diferente de suplementação pré, durante pós-treino. Vamos às dicas!
O erro mais comum que observamos é aquela história de malhar em jejum pela manhã ou ir treinar em outro horário sem se alimentar “achando” que vai queimar mais gordura. NUNCA, JAMAIS faça isso, assim a única coisa que você vai torrar é músculo e ainda corre o risco de ter hipoglicemia durante o exercício, já que quando o açúcar no sangue está baixo, o organismo não consegue manter a mesma eficiência física.
A refeição pré-treino é determinante para seu desempenho. Afinal, você não pode dirigir um carro sem combustível, por que com seu corpo seria diferente? Até 1 hora antes dos exercícios, coma alimentos que possam fornecer energia aos músculos, como os carboidratos, de preferência de baixo a moderado índice glicêmico. As melhores fontes são: pães torrados, biscoitos de água e sal, frutas(banana, maçã, pêra),iogurte, batata, arroz, macarrão, algumas barras energéticas à base de carboidrato, carboidratos em gel ou líquido. A quantidade de alimentos ingeridos antes dos exercícios deve ser moderada, de forma a não dificultar a digestão e estar rapidamente disponível para ao músculos. As quantidades variam de acordo com a duração e intensidade do seu treino.
Durante os exercícios, para o resfriamento do corpo, existe uma produção de suor (perda de água). Ao mesmo tempo, os carboidratos ingeridos, que foram quebrados em forma de glicose, levam consigo moléculas de água para dentro das fibras musculares. Portanto manter a hidratação é imprescindível. Para aqueles que fazem atividades intensas com duração superior 1 hora podemos lançar mão de bebidas isotônicas, que devem ser consumidas com moderação e com orientação, ou carboidratos em forma de gel ou líquido para manter a performance, dependendo da atividade física.
A refeição pós-treino, é imprescindível porque se você insistir em ficar de barriga vazia, seu corpo vai consumir as calorias erradas para se recuperar do desgaste. Ao invés de queimar gordura, ele vai buscar a energia de que necessita na massa muscular. A regra número um para qualquer pessoa que pratica atividades físicas, seja um atleta de alto nível ou mesmo um iniciante, é alimentar-se logo após o treino. Nessa fase, que chamamos de catabólica, o corpo precisa de energia . No pós-treino intenso é comum anorexia pós-esforço, dificultando o processo alimentar. Neste período recomenda-se ingerir shakes com proteína de rápida absorção e uma mistura de carboidratos com alto índice glicêmico(maltodextrina e dextrose) ou bebidas esportivas. A melhor recuperação pós-treino é obtida ao se combinar o consumo de carboidratos e proteínas, que são extremamente importantes para recompor os músculos. As proteínas estão presentes em alimentos de origem animal, como queijos, iogurtes, leites, carnes, frios magros. Dessa forma, uma refeição ótima após o treino pode ser um sanduíche ou uma combinação de macarrão com frango.
Lembre-se de organizar o restante das refeições do dia e realizar seus treinos com disciplina. Se engana quem pensa que apenas essas refeições farão milagre, o ideal é que você tenha todas as refeições do dia em equilíbrio. Consulte sempre um Nutricionista para te auxiliar na organização e equilíbrio da sua dieta seja qual for seu objetivo.

Fonte: Dra. Cristiane Spricigo de Lima ( Nutricionista, Especialista em Nutrição Esportiva) – Site Liga da Saúde, www.ligadasaude.blogspot.com

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Movimento, Equilíbrio Ácido Base e Nutrição

Postado por: Entrada Franca  em 01/06/2011   0 Comentar »
Movimento, Equilíbrio Ácido Base e Nutrição
Quando se fala em saúde e qualidade de vida, o que vem a sua cabeça como receita certa para alcançar esse ideal? Aposto que a combinação atividade física e alimentação saudável passou pela sua mente, certo? Partindo da idéia de que nenhum clichê se torna clichê gratuitamente, ratifico a idéia, é isso mesmo um casamento mais que perfeito, movimento e alimentação adequada, Romeu e Julieta, felizes para sempre.
O movimento é a lógica da natureza. No ser humano, o exercício, é uma função e capacidade básica que favorece o adequado funcionamento do mesmo. Desde a bomba matriz chamada coração até a capacidade de cada célula receber o oxigênio necessário para seu funcionamento. Nos dá estrutura para aguentarmos os embates da vida, mesmo que sejam estes, vivenciados dentro de um escritorio, sentados em uma cadeira por pelo menos 8 horas por dia. Movimento, movimento, movimento…
Afinal, é preciso um coração forte para encarar o estresse de um trânsito caótico, musculatura firme para as horas em frente ao computador e respiração adequada para o oxigenio conseguir chegar a cada uma das nossas 100 trilhões de células.
Cada uma dessas células trabalha incansavelmente na manutenção de nossas funções vitais, são micro usinas de energia e vida. E como tal precisam de combustível, nutrientes diversos que participam de cada uma das reações bioquímicas necessárias para simplesmente existirmos. Aí chegamos na outra variável dessa combinação, a alimentação, tema tão extenso quanto polêmico atualmente no que diz respeito ao que realmente auxilia no funcionamento ideal do nosso organismo.
O exercício, provoca, naturalmente, alterações fisiológicas e metabólicas no nosso organismo. Reside nessas alterações a medida entre o que é saudável e o que pode ser deletério. No caso de atletas, em que a intensidade e duração dessas atividades normalmente são intensas, encontra-se na nutrição um grande aliado para tentar atenuar o desgaste e o estresse e garantir melhor desempenho através do fornecimento dos substratos adequados de acordo com a especificidade de cada um.
Uma modificação importante e recorrente na atividade física é a fadiga muscular, aquela sensação famosa de “não dá mais” e que muitas vezes te faz parar antes do que você gostaria. A fadiga está ligada a alterações metabólicas que ocorrem durante o exercício, impedindo que as células trabalhem normalmente. Não se chegou ainda a um consenso sobre as principais causas desse estado, já que ela pode ser determinada por uma série de fatores e variáveis.
Uma das possíveis causas é que, em exercícios prolongados, a queda de pH, diminui a força das pontes cruzadas, que fazem a contração muscular. Essa queda de pH pode ocorrer de acordo com a intensidade do exercicio, quanto mais intenso, maior a produção de hidrogênio e maior a acidez muscular. Até o exercício ser interrompido. Sei que parece complicado, mas na prática é nesse momento que você tem vontade ou é até obrigado a parar. Ácidos, bases, pHs, lembra desse conceito logarítmico das aulas de química que vc achava que nao servia pra nada? Pois é, tá acontecendo aí o tempo todo, dentro de você…
E como a alimentação pode contribuir no retardo desse processo e na melhora da performance?
Uma interessante e possível estratégia muito estudada para se evitar a fadiga causada pela acidez, poderia ser fazendo uso dos alimentos ou suplementos como agentes alcalinizantes, ou seja agentes de regeneração do pH orgânico.
Para tal, já temos calculado a Carga Potencial Ácida Líquida para os principais grupos de alimentos de uma dieta moderna, chegando à conclusão de que os principais alimentos verdadeiramente alcalinizantes são as frutas e vegetais.
Sensação de que voltamos ao lugar comum né? A velha história das frutas e vegetais. Lembra do que eu disse sobre os clichês? Aham! Não tem como fugir, no fim das contas, é o que faz a diferença, frutas e vegetais, frutas e vegetais, frutas e vegetais… (e nós ainda nem vamos falar sobre serem orgânicos, ainda…).
Alguns investigadores, não por acaso, defendem que o ser humano está mais adaptado para a dieta seguida pelos caçadores-recolectores do Pleistoceno do que para a típica dieta recomendada por várias instituições de saúde, ricas em pães, leite e muita proteína, alimentos potencialmente acidificantes. Realizaram uma simulação, que consistiu em retirar da típica dieta americana os cereais, os óleos e o açúcar, substituindo-os por frutas e vegetais. O resultado foi uma dieta alcalinizante, que parece ter sido a norma durante a evolução do homem enquanto espécie, uma vez que os alimentos eliminados apenas começaram a fazer parte da dieta do homem a partir do Neolítico (11,000 anos atrás).
Então toda a neurose e recomendação de proteínas, proteínas e proteínas para atletas está sendo questionada? Pode crer…
Como aplicar essa idéia? Reduzir o consumo de alimentos considerado acidificantes e aumentar o consumo dos alimentos chamados alcalinizantes, os melhores? Lentilha, umeboshi, sal marinho (basta trocar o convencional refinado, mas nao abuse porque continua sendo rico em sódio), missô, ÁGUA mineral, brócolis, algas marinhas, cebola, batata doce, inhame, lima, nectarina, abacaxi (sim conhecida fruta ácida, porém o seu “resíduo metabólico” alcaliniza), tangerina e melão. Um mundo se abre se formos olhar os alimentos e seu impacto por esse viés… 
Enfim, entre mitos, rituais e modismos nos vemos diante de várias “receitas” sobre qual a alimentação adequada para o esportista, seja ele um atleta ou um praticante regular. Diante de tantas informações o melhor caminho ainda é se apoiar na ciência e, principalmente, no bom senso e na lógica, da natureza. Pelo menos eu acho… E você? Experimenta.
Fonte: Texto de Dra. Carolina Morais (Nutricionista e Personal Diet) – Site Liga da Saúde, www.ligadasaude.blogspot.com
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”Bike anjos” ajudam ciclista iniciante a enfrentar o trânsito

Postado por: Entrada Franca  em 31/05/2011   0 Comentar »
''Bike anjos'' ajudam ciclista iniciante a enfrentar o trânsito

Andar de bicicleta pelas ruas de São Paulo pode ser uma aventura perigosa para os ciclistas novatos – principalmente para os que querem adotá-la como um meio de transporte. Mas pessoas com pouca ou nenhuma intimidade com o pedal não precisam arriscar-se no trânsito: um grupo de ciclistas experientes criou o “serviço” de “bike anjos”.

 Eles ensinam manutenção básica e medidas de segurança no trânsito, traçam roteiros e acompanham os menos experientes nas primeiras pedaladas. E o melhor: não cobram pela aula.

“É feito totalmente na camaradagem. Parece clichê, mas o que nos move é a vontade de fazer uma cidade melhor”, afirma o “bike anjo” Carlos Aranha, de 29 anos. “O objetivo é tirar mais um carro das ruas”, completa o publicitário.

Deixar o carro na garagem durante a semana e assim evitar os congestionamentos motivou Tatiana Silva Capitanio, de 24, a andar de bicicleta. “Queria vir de bike para o trabalho, mas sempre tive muito medo de pedalar no trânsito”, diz a publicitária. “Foi quando conheci o Carlos (Aranha). Começar com um “bike anjo” faz toda a diferença”, afirma Tatiana, que há sete meses percorre de bicicleta os 4,5 quilômetros entre sua casa, no Planalto Paulista, região central, até o trabalho, no Itaim-Bibi, zona sul. Nas primeiras saídas, a publicitária era escoltada por Aranha. “Vou na porta da pessoa, checamos os equipamentos, conversamos sobre o caminho e a segurança. Quando vamos para a rua, a pessoa não se assustará tanto”, diz Aranha.

O acompanhamento de um ciclista experiente também foi fundamental para a gestora ambiental Cristiane Brosso de Azevedo Melo, de 23 anos, começar a pedalar. “Comecei a procurar dicas na internet e encontrei o JP (João Paulo Amaral, de 24).”

Após uma troca de e-mails, os ciclistas combinaram uma “aula”. “Todo mundo já passou pela situação de ser o novato. Comecei como “bike anjo” porque alguns amigos me pediam para ajudá-los. Mas hoje ensino qualquer um”, afirma Amaral, que há dois anos adotou a bicicleta como meio de transporte. “Quando o ciclista entende que as leis de trânsito foram pensadas também para a bicicleta, ele se sente mais confiante”, diz Aranha. A falta de condicionamento físico não é barreira. “Quando a pessoa é sedentária, nós evitamos subidas na hora de traçar a rota.”

Internet. Os chamados de ajuda para os “bike anjos” podem ser feitos pela internet. “Andar de bicicleta altera a relação da pessoa com a cidade”, afirma Amaral, que só em 2010 calcula ter “formado” 30 ciclistas.

Os “bike anjos” podem ser encontrados pelo site bikeanjo.wordpress.com ou no Twitter @bikeanjo. Na página da internet, há uma ferramenta que oferece um cadastro aos interessados em pedalar. Basta preencher um formulário com finalidade da ajuda, nome, idade e contatos. Depois do cadastro, a ficha é enviada para uma lista de ciclistas que poderão orientá-lo.

NO CURRÍCULO

Manutenção
Conceitos básicos de manutenção da bike, como calibragem dos pneus, ajuste dos bancos e freios.

Legislação
O Código Brasileiro de Trânsito prevê as bicicletas no trânsito da cidade. O aluno é informado sobre os direitos e obrigações do ciclista.

Postura e segurança
O ciclista aprende a trafegar seguramente na via – ocupando 1/3 da faixa de rolamento, para que seja notado pelos demais veículos. O gestual de sinalização também é explicado.

Fonte: Jornal Estadão, www.estadao.com.br

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Faça bem a sua memória

Postado por: Entrada Franca  em 30/05/2011   0 Comentar »
Faça bem a sua memória

Reserve um tempo para o seu sono, ele faz bem a você!

Nada como chegar em casa cansado e aproveitar uma boa noite de sono, não é mesmo? Mas é inevitável, com a rotina do dia-a-dia não pararmos para pensar que isso pode ser um tempo desperdiçado. Afinal, ao invés de dormir você pode assistir aquele filme que queria ver faz tempo, bater um papo com um amigo no telefone, passar alguma horas na internet, ler um livro. Ainda que sejam atividades muito agradáveis, dormir também traz grandes benefícios. Não é de se espantar que passemos um terço de nossas vidas dormindo. E a memória é a mais beneficiada com isso.
Dormindo, nosso cérebro consolida essas memórias, armazenando e organizando informações, adicionando outros elementos como sensações e emoções. Tudo isso é reconfigurado para futuras consultas, para que elas ocorram de maneira rápida e organizada. Neste processo memórias são associadas e reestruturadas, formando a base daquilo que construirá nossa história, hábitos, costumes.
A associação é mais simples do que pensamos. Se ao tentar localizar a mochila do seu filho antes de levá-lo para a escola, por exemplo, automaticamente você se lembrará do percurso que será feito até lá, o que fará logo depois. Pois estas memórias são constantes e uma leva à outra.
Se uma determinada pessoa presenciou um assalto, uma série de emoções serão associadas à memória daquele dia. Detalhes como os carros que passavam na rua ou a cor da blusa de uma pessoa próxima provavelmente serão ignorados, mas as vozes dos criminosos e a sensação de pânico com certeza ficarão na memórias das pessoas presentes.
Tudo isso foi comprovado graças à estudos, onde pessoas tiveram suas funções cerebrais monitoradas enquanto dormiam. As regiões do cérebro responsáveis pelas emoções e pela memória eram as mais ativas naquele momento.
Portanto, dormir faz um bem e tanto para cada um de nós. Isso garante maior atenção para tarefas diárias, como dirigir ou estudar, uma mente mais ágil e habilidosa na resolução de problemas, maior pode de concentração e criatividade. Não é à toa que pessoas que dormem pouco reclamam de dificuldades para ler uma revista, prestar atenção a uma mesma coisa durante um longo tempo e problemas no trabalho.

Fonte: Noticia do site Quero me Mexer, www.queromemexer.com.br

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Treinamento funcional: exclusivo para você

Postado por: Entrada Franca  em 30/05/2011   0 Comentar »
Treinamento funcional: exclusivo para você

Preparado com foco nas necessidades individuais de cada praticante, o treinamento é ideal para quem tem pouco tempo e quer ir direto ao ponto

Imagine um treinamento físico desenvolvido para atender às suas necessidades específicas e que você ainda pode realizar em casa ou no escritório, sem a obrigatoriedade de ir à academia… imaginou? Pois o treinamento funcional proporciona essas vantagens e ganha destaque numa época em que as pessoas buscam cada vez mais personalizar o trabalho com o corpo com comodidade, em vista da corrida contra o tempo que consiste a vida moderna.

De acordo com Flávio Freire, preparador físico especializado em fisiologia do exercício, o treinamento funcional “representa uma nova forma de condicionamento físico, que visa através de um programa de treinamento individualizado, resgatar a capacidade funcional do homem moderno, independentemente do seu nível de condição física e das atividades que ele desenvolve”, explica. A proposta do treinamento funcional é trabalhar o corpo de forma integrada.

Além de ser indicada como treinamento de suporte e fortalecimento muscular de esportistas das mais diversas modalidades, incluindo atletas de elite que se preparam com métodos diferenciados, a prática visa melhorar a performance do indivíduo também nas atividades que ele desempenha no dia a dia, gerando mais qualidade de vida.

Os aparelhos de apoio ao treinamento funcional são poucos e ocupam pouco espaço, por isso é uma atividade interessante para aqueles que buscam um método mais econômico. Porém, um aviso se faz imprescindível. “É essencial receber primeiro a orientação para aprender os movimentos, depois é necessária a ficha de exercícios, ambos devendo ser revistos regularmente por um profissional da área, um professor de Educação Física com especialização em treinamento funcional”, diz Freire.

O também treinador e diretor técnico da assessoria que leva o seu nome alerta sobre a importância de “não ser autodidata, nem procurar profissionais que não estejam habilitados para fornecer orientação nesse tipo de exercício, pois como toda atividade, pode trazer problemas posteriores se praticada da maneira errada”. Só o profissional qualificado estará apto para selecionar somente exercícios que sejam adequados à condição física de cada um, para que se tenha condições de administrá-los com segurança.

Confira alguns exercícios desse treinamento:

– Exercício com halter solicitando os músculos que envolvem a articulação do ombro, como elevação lateral ou desenvolvimento com a pessoa de joelhos sobre uma bola suíça;

– Exercício de flexão de tronco combinado com arremesso e recuperação da medicine ball para fortalecimento abdominal e dos braços;

– Flexão de braço com os pés sobre a bola, para trabalhar os grupos musculares dos braços, ombros e peito;

– Agachamento em uma plataforma proprioceptiva (ou plataforma que provoca desequilíbrio ou instabilidade do tronco);

– Flexão dorsal dos pés realizado em uma cama elástica, etc.

Que dizer dos benefícios?

Por ter como objetivo melhorar todas as capacidades físicas, sendo elas: equilíbrio, força, velocidade, coordenação, flexibilidade e resistência, os benefícios são inúmeros, seja para a prática esportiva, seja para o bem-estar diário. “Quando a pessoa fica forte, resistente e equilibrada, consegue realizar muito melhor qualquer atividade, com riscos muito menores de lesão, e quanto maior a especificidade e a semelhança do treino com a atividade que ela realiza, maior será a transferência dos ganhos do treino para essa mesma atividade”, comenta Freire.

Ao mesmo tempo, o treinamento funcional inclui a melhora da postura, do equilíbrio muscular, do desempenho nos esportes e da eficiência dos movimentos; controle do peso corporal; maior estabilidade da coluna vertebral; melhora do equilíbrio estático e dinâmico; além do desenvolvimento da consciência cinestésica (sensação do movimento). Por isso, aproveite a dica e usufrua das vantagens do treinamento funcional!

Fonte: Flávio Freire, professor de educação física com especialização em fisiologia do exercício, é diretor técnico da Flávio Freire Assessoria Esportiva, e atua há 18 anos como treinador esportivo.

Fonte: Matéria do site Quero me Mexer, www.queromemexer.com.br

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